domingo, 17 de outubro de 2010

Clássico Vovô.



Com oito pontos na frente o Fluzão e o Botafogo tem metas quase iguais, o Flu tenta ser Campeão enquanto o Botafogo tenta se Classificar para a Libertadores. Hoje o jogo será às 16:30, no Engenhão, o Clássico de hoje tem um diferencial pois o Clássico daqui à 5 dias será o aniversário de 105 anos do Clássico.

Com 52 pontos o Flu se vencer e o Grêmio também vencer, que joga contra o Cruzeiro( atual líder), o Fluzão retomará a Liderança perdida nos últimos jogos.

Já o Botafogo, que em determinada parte da competição chegou a sonhar com o título, se contenta em buscar uma vaga na Libertadores. Vindo de sete empates consecutivos, o Botafogo precisa desencantar para se manter no pelotão da frente. Com 44 pontos, é o sexto colocado, a cinco do Corinthians, último do G-3.

O QUE ESTÁ EM CAMPO.

Fluminense: depois de perder a liderança pela segunda vez no segundo turno, o Flu busca a reação na competição. Equipe ficou mais rodadas no topo (16), o Tricolor não quer deixar o Cruzeiro disparar na ponta da tabela e busca a vitória após três rodadas de jejum.

Botafogo: as oito rodadas sem vitórias colocaram em sério risco o objetivo de classificação para a Libertadores. Como o Flu é um adversário direto, a vitória neste domingo é fundamental. Qualquer outro resultado deverá colocar fim ao sonho alvinegro de se classificar para a competição internacional em 2011.

ESCALAÇÕES:

Fluminense: o time perdeu Deco, com um estiramento na coxa esquerda, mas ganhou três reforços: Emerson, Diguinho e Mariano. Recuperados de lesões, o atacante e o volante voltam ao time após dez e 14 partidas de ausência, respectivamente. Já o lateral-direito desfalcou a equipe nas últimas duas rodadas por estar com a Seleção Brasileira. A vaga de Deco deve ser ocupada por Marquinho, mas André Luis corre por fora em uma formação no 3-5-2. O Flu deve entrar em campo com Rafael, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Diguinho, Marquinho (André Luis) e Conca; Emerson e Washington.

Botafogo: com a volta de Leandro Guerreiro, que cumpriu suspensão na última rodada, e o retorno de Marcelo Mattos após um mês se recuperando de uma lesão no joelho esquerdo, o Botafogo recupera um pouco do seu sistema defensivo. No entanto, o técnico Joel procurou esconder e não descartou a hipótese de uma surpresa. O Alvinegro deve começar jogando com Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Márcio Rosário; Alessandro, Marcelo Mattos, Somália, Lucio Flavio e Marcelo Cordeiro; Jobson e Loco Abreu (Que completou 34 anos neste domingo).



CRAQUES:


Fluminense: depois de dez partidas ausente por conta de um estiramento na coxa esquerda sofrido na partida contra o Guarani, a última do primeiro turno, Emerson está de volta ao Fluminense. Com sete gols em oito jogos pelo clube, ele é a esperança do torcedor para resolver o problema de falta de gols da dupla Washington e Rodriguinho, que passou em branco nas últimas duas rodadas.


Botafogo: Acho que com a volta de Marcelo Mattos a equipe o poder defensivo vai ser mais forte, mas acho que com o Poder de decisão de Jobson que desde sua volta o Botafogo melhorou muito.

ÚLTIMO CONFRONTO:



Fluminense e Botafogo se enfrentaram no dia 25 de julho, no Engenhão, e ficaram no empate por 1 a 1, em partida válida pela 11ª rodada do Brasileirão. A partida marcou a estreia de Emerson com a camisa tricolor, e o Sheik abriu o placar. Edno foi o responsável pelo empate. Neste jogo, Fred lesionou a panturrilha esquerda e desde então só jogou 45 minutos da derrota para o Santos, há duas rodadas.

Sheik sem censura, em entrevista.





Emerson tinha o maior salário do Oriente Médio, praia particular à disposição, prestígio semelhante ao de um sheik (de verdade) e mais de 400 gols na carreira que pavimentou entre Japão, Qatar e Emirados Árabes. Trocou tudo por um contrato de risco no Brasil. Negociou com o Flamengo na área de imprensa do Maracanã. Ninguém percebeu. Antes da estreia, ouviu no rádio do carro deboches dizendo que o tal milionário do mundo árabe seria gandula ou, quem sabe, o novo roupeiro da Gávea. Sorriu e guardou tudo no fundo do porta-luvas. Sabia que responderia na bola.

Conquistou os torcedores com gols, suor e lágrimas de amor ao clube. Uma proposta que considerou irrecusável o devolveu aos braços dos árabes. Foram poucos meses de Al Ain, com direito a presentes de mais de R$ 1 milhão.

Negociou primeiro com o Flamengo – e não esconde de ninguém – mas o clube não permitiu o retorno que sonhou. Procurou um abrigo arriscado. Em vez da Gávea, o carrão importado passou a estacionar nas Laranjeiras.

Foi rejeitado em um primeiro instante. Novamente a combinação gols e dedicação funcionou. Funcionou bem, mas desta vez sem juras de amor. O Sheik ganhou música com um palavrão impublicável, mas que demonstra respeito pelo jogador que do primeiro ao último minuto honra a camisa. A empatia com a torcida o fez criar um e-mail usando o tal palavrão para receber mensagens de incentivo.



Participou só de oito jogos. Mas parece bem mais, tamanha a importância que o atacante tem para o time. A grave lesão na coxa direita o afastou por dez rodadas. A volta esperada pelos tricolores será neste domingo, no clássico contra o Botafogo, no Engenhão. O mesmo adversário da estreia. No empate por 1 a 1 ele fez o primeiro dos sete gols que marcou pelo Fluminense.

- O status de salvador não é meu. O cara que vai resolver certamente não se chama Emerson – afirmou, com dose cavalar de humildade.

Você estreou no Fluminense contra o Botafogo. Mas, se no primeiro jogo era coadjuvante no time que tinha Fred como estrela, desta vez retorna como grande solução para o momento irregular do time. O que mudou?
EMERSON: Coincidência o retorno ser justamente contra o Botafogo, né? Na verdade mudaram comigo. Eu continuo a mesma coisa. Mas são duas partidas em momentos completamente diferentes. A outra era na primeira parte do campeonato e os clubes ainda buscavam entrosamento. Agora, com nove rodadas para o fim, o Fluminense ainda está na briga pelo título depois de 26 anos. Vou tentar ajudar.

Mas o apontam como salvador. Está preparado para a responsabilidade?
O torcedor que age dessa maneira e faz isso exatamente porque é torcedor. Mas quem está ligado ao futebol e vive o dia a dia sabe que isso não é verdade. Sei minha importância, mas o status de salvador não é meu. O cara que vai resolver certamente não se chama Emerson.



E se chama o quê?
Chama-se grupo, força de trabalho, parte coletiva. Fiquei fora dez rodadas e tenho a impressão que aquela pegada, aquele desejo imenso de conquistar o título foi perdido. E talvez seja isso que falte ao grupo: retomar essa vontade e considerar cada jogo como final ou o último da vida.

De alguma forma as crises internas atrapalharam? Fala-se muito do problema entre o Fred e o médico Michael Simoni, que acabou afastado. Até que ponto isso influencia?
Fico à vontade para falar desse assunto. Não vejo problema algum porque se tornou público e não conseguimos resolver internamente. É ruim para o grupo, com certeza. O normal é que fosse resolvido de maneira diferente. Mas certamente atrapalhou. O desempenho caiu por causa disso? Não. Mas não pode acontecer. Eu estava no departamento médico quando tudo aconteceu. Não tenho nada contra o doutor Michael Simoni, que me tratou com carinho e respeito. Eu sei quem falhou. Lamento pela saída do Simoni, mas quem mandou embora não foi o Fred. Encontro torcedores na rua que comentam isso, mas o Fred não mandou ninguém embora. Ele simplesmente não estava satisfeito e foi procurar ajuda. Ele constatou que havia algo errado e em primeiro lugar vem a saúde do Frederico.



Mas as pessoas ligam o longo tempo no departamento médico a uma vida desregrada fora de campo...
Eu não sou santo, mas acho que tem momento para tudo na vida. Fiquei pouco mais de 30 dias machucado e não permaneci em casa trancado. Saí, me diverti, mas no dia seguinte estava no clube tratando. Foi isso que aconteceu. Em relação ao Fred, tenho certeza absoluta que no período em que ele estava em tratamento, saiu algumas vezes, mas sempre teve desejo de voltar a jogar. Quando insinuam que ele fez bagunça, fico chateado porque quem está ali no dia a dia vê o sofrimento por não conseguir fazer o que mais gosta na vida. Uma vez ele foi à praia na tarde de folga, tirou uma foto com fã e colocaram no Twitter como se fosse um absurdo. Não pode ir à praia? Claro que não dá para jogar futevôlei, mas tomar uma água de coco e pegar sol, qual é o problema?



No Flamengo você viveu situação semelhante com o Adriano e naquela época disse que o Imperador acabaria deixando o Brasil por causa da tal invasão de privacidade. Acha que a situação pode se repetir com o Fred?
Incomoda principalmente quando você não está fazendo algo errado. No caso do Adriano, lembro de um episódio incrível. Ele faltou a um treino por um problema familiar - isso também já aconteceu comigo - e usaram uma foto antiga em um trailer para dizer que ele estava na farra. Isso faz os caras pensarem em voltar para a Europa. Foi o que aconteceu com o Adriano. Ele sofreu uma perseguição absurda... Tem lá suas manias, mas quem pode julgar? O importante é o atleta chegar no horário do treino, se dedicar. A vida particular não diz respeito a ninguém.

Os torcedores cobram quando encontram um jogador em noitada?
Comigo não, porque não sou um cara da noite. Às vezes quando me veem nessas situações querem chegar perto, ter contato porque não estão acostumados. Não sou contra o jogador que gosta de sair, principalmente quando o cara é solteiro. Tem que aproveitar a vida mesmo. Mas compromisso é compromisso. O que não pode é sair, fazer um monte de coisa e no dia seguinte não chegar no horário certo do treino ou chegar e não conseguir treinar.

Já viu muito disso?
Já.
Jogador alcoolizado?
Já. Não aprovo, vi na época que eu jogava no Flamengo, né? Não aprovo. No Fluminense ainda não vi isso, vejo um grupo comprometido com o trabalho, com o treinador. E é verdade. No Fluminense não tem isso. No Flamengo vi algumas vezes e eu não aprovo.

Como o grupo recebe um jogador assim? Depois não vai ninguém conversar com o atleta que chega sem condições e fica na maca da fisioterapia dormindo? Ninguém dá uma dura?
É aquilo, os atletas são bem fechados, amigos mesmo e isso não incomoda. Tem atletas como eu que não aprovam. Não é legal porque é a imagem do cara. Tem crianças, idosos, enfim, pessoas que são fãs e fazem aquilo que o ídolo faz. E o comprometimento com o trabalho. Jogador chamar atenção do outro nunca vi. Já vi conversar, dar conselho, mas não cobrar. Até porque sempre tem um reserva que é tão bom ou melhor e o cara acaba se ferrando sozinho. Chega atrasado ou chega ruim no treino e sempre tem um tão bom ou melhor na posição.

Como foi "iniciar" a carreira no Brasil aos 30 anos? No Oriente Médio você tinha o maior salário e assinou com o Flamengo um contrato de risco, recebendo bem menos que os astros do time.
Passei por um período muito triste da minha carreira e da minha vida pessoal no Qatar. Estava há seis meses sem jogar e o vice do Flamengo, Kleber Leite, apostou em mim. Ele acreditava absurdamente no meu futebol e foi muito legal. Quando via muitos atletas reclamando que o salário não caía, tirava como lição de vida. Pensava: "Hoje que vou treinar mais". A situação financeira que fiz lá fora me permitiu vir dessa maneira. Foi o grande desafio da minha vida chegar ao Brasil como um desconhecido.
Foi o grande desafio da minha vida chegar ao Brasil como um desconhecido."
Emerson
Foi difícil lidar com essa desconfiança?
Às vezes ia para os treinos e ouvia comentários da imprensa questionando: "Quem é esse? Nunca vi esse cara. É gandula? Vai trabalhar na rouparia?". O mais legal é que quando eu escutava isso - e de maneira alguma quero me gabar - dava risada porque tinha certeza que teria sucesso no Brasil. Pensava: "Esses caras não têm ideia do que estão falando. Eles nunca me viram jogar... Estão viajando. Vou fazer chover". Lógico que não fiz chover, mas provei que não era gandula e nem viria para trabalhar na rouparia.



A situação se repetiu quando deixou o Al Ain para acertar com o Flu?
No Fluminense foi diferente só na maneira, mas bem parecido. Por quê? Porque o torcedor do Fluminense sabia da passagem bacana pelo Flamengo, mas pensava que no Fluminense eu não conseguiria jogar porque era o maior rival, porque a torcida não iria apoiar, porque tinha a desconfiança. Eu jurei que era Flamengo, chorei... Quase ninguém acreditava. Não tinha apoio da torcida, teve um movimento na internet contra a minha contratação. Tudo serviu de motivação.



E em que momento acha que conquistou os tricolores?
Acho que os torcedores que assistiram ao meu primeiro jogo (1 a 1 com o Botafogo) perderam a desconfiança por causa da dedicação e do comprometimento e não pelo gol que fiz. Ali eles tiveram a certeza de que eu seria o mesmo do Flamengo. Fui dando sorte, a bola começou a entrar (oito jogos e sete gols) e recentemente vi uma enquete em que 94% dos tricolores me aprovam.

Mas também tem a rejeição dos rubro-negros...
O Twitter está bombando (19 mil seguidores). É até engraçado. Quando faço uma boa partida, o tricolor entra e comenta: "O Sheik é f...". Aí aparece o flamenguista e responde: "Só que ele é Mengão, tá? Ele é f... há muito tempo". Muito divertido. No início alguns rubro-negros me xingavam, não entendiam, mas hoje em dia não recebo mais ofensas. De repente ao lerem isso, alguns vão se revoltar e querer me contrariar (risos).

Não teme hostilidades em um possível Fla-Flu?
No último Fla-Flu me contaram que os rubro-negros cantaram aquela musiquinha com os versos "você pagou com traição...". É coisa de torcedor, mas no fundo está aí a confusão no Flamengo para todo mundo ver. Está aí a prova de que não tive culpa de nada. Nunca escondi que no início negociava com o Flamengo, só que algumas pessoas ligadas ao clube tentaram transferir a culpa para cima de mim. E isso nunca foi verdade.


No programa “Bem, Amigos!”, o Zico chegou a dizer que você se disse flamenguista, mas na hora de negociar levou em conta apenas os valores. O que tem a dizer sobre isso?
Depois disso, encontrei o Zico em uma churrascaria e tudo foi esclarecido. Ele contou que soube da negociação por outras pessoas no clube e acreditou. Em momento algum o Zico participou de nada. Tenho certeza absoluta que atualmente não é o que ele pensa de mim. Falo isso porque não ouvi de A ou de B, ouvi do próprio. Fiquei triste com o comentário porque ele é o grande ídolo do Flamengo e tudo o que fala gera grande repercussão. Mas vou falar uma coisa: posso jogar em qualquer clube do mundo que jamais vou esquecer a emoção que vivi no Flamengo.


Entrevista do Globo Esporte.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Sheik e Diguinho de volta.



Com os Guerreiros Diguinho e Sheik de volta, o Fluzão ganha mais força na defesa e no ataque, que estava em baixa com a dupla Rodriguinho e Washington, assim os reforços para o classico contra o Botafogo. Sheik volta voando, fez um golaço no coletivo contra o sub-23. Diguinho volta pra dar mais foraça nas arrancadas e na defesa. Outro reforço também é o lateral Mariano que estava servindo a seleção e como Deco não vai poder jogar pois sofreu uma lesão. Muricy fala sobre reforços para o jogo: "Acho que se o time criar o que criamos contra o Cruzeiro, já vai ser bom. São jogadores titulares, que estão descansados, preparados, e vão ajudar bastante".

Mas mesmo com as caras novas, o Fluminense, por outro lado, não está escalado para encarar o Botafogo. No Treino desta sexta, Marquinho foi o substituto de Deco, mas acabou sendo trocado por André Luis (com mudança para o esquema 3-5-2) nos minutos finais. Assim como Diogo deu lugar a Fernando Bob.


Muricy Ramalho explicou as alterações:
- São testes que fizemos em busca do melhor. O Bob tem melhor passe, o Diogo melhor marcação. Volantes têm que se completar. Com o Bob em Minas, por exemplo, nosso passe melhorou demais. Fiz modificações para sentir como a equipe ia se comportar.


domingo, 26 de setembro de 2010

Fluzão vence o Vitória.


Numa rodada perfeita para o Flu, com a derrota do corinthians para o Inter no Beira-Rio por 3 x 2, chegando à 48 pontos o fluminense dorme com a liderança e à apenas um ponto do corinthians, que tem um jogo à menos, e também conta para a rodada perfeita o empate do Botafogo com o Atlético-PR por 1 a 1 e o vexame do time do Cruzeiro ao perder para o Santos numa goleada de 4 x 1.

O jogo.

Primeiro Tempo

Logo no primeiro tempo o Vitória foi mais ofensivo do que o Flu, mas com a categoria da zaga do Flu, conseguimos segurar o jogo para o Segundo Tempo.
O Leão mordeu forte, apertou a marcação, deu poucos espaços ao Tricolor. Além da falta de inspiração, Conca e Deco não tiveram vida fácil. Estava complicado acionar Rodriguinho e Washington no ataque, principalmente por conta dos erros de passe. Foi preciso que o volante Diogo ajudasse. Aos oito minutos, ele avançou pela direita e cruzou. Deco subiu para dividir, e a bola sobrou para o Coração Valente. O chute saiu fraco, e Viáfara encaixou.

Os rubro-negros reclamaram muito do árbitro Francisco Nascimento, que se mostrou confuso em algumas marcações. Das ofensas que recebeu da torcida, só os gritos de “ladrão” são publicáveis. A partir dos 20 minutos, o confronto ficou equilibrado. Na segunda vez em que os cariocas atacaram com perigo, Mariano cruzou da direita, mas Washington não alcançou. O Leão respondeu em jogada parecida. Schwenck recebeu bola alta na área e, desequilibrado, cabeceou pela linha de fundo.

Enquanto isso, no Beira-Rio, em Porto Alegre, o Inter abria o placar contra o Corinthians. Resultado bom para o Flu, que precisaria vencer para reassumir a liderança. Mas foi o Leão quem chegou muito perto. Por pouco o Barradão não viu um golaço. Aos 41, Eduardo cruzou da direita para Elkeson que, de bicicleta, emendou bonito, rente à trave. No contra-ataque, Rodriguinho recebeu na área, conseguiu girar, mas o chute explodiu em Viáfara. Mais perigoso, o Vitória ficou no quase outra vez, aos 47. Após cobrança de falta para a área, Martinelli e Elkeson subiram e assustaram o goleiro Rafael. Domínio rubro-negro, e placar em branco.

Segundo Tempo

O goleiro rubro-negro Viáfara não conseguiu voltar para o segundo tempo. Machucado, teve de ser substituído por Lee. O Fluminense de Muricy não mudou na formação, mas teve outra postura. Deco correu mais, deu carrinhos, se aproximou de Conca.

O Vitória não se encolheu, mas preferiu esperar a chance de um contra-ataque. Aos seis, Schwenck recebeu passe pela direita e bateu cruzado. Egídio ainda tentou chegar no carrinho, mas não alcançou. Dois minutos depois, a melhora do Fluminense deu resultado. Aberto pela direita, Rodriguinho encarou dois marcadores e foi derrubado por Vanderson na área. A arbitragem marcou pênalti. Por conta de um buraco na marca da cal, houve demora na cobrança. Conca bateu forte, rasteiro, no canto esquerdo de Lee. Vibração argentina na Bahia. Segundo gol dele no Brasileirão. Gol para colocar o Fluminense na liderança.
O Barradão pegou fogo a partir do gol do Fluminense. Sem perder tempo, o Vitória foi buscar o empate, aos 17. Em cobrança de falta de longe, Bida soltou a bomba, o goleiro Rafael espalmou errado, a bola tomou um efeito estranho, e Henrique completou. Segunda falha seguida do goleiro tricolor numa cobrança de falta. Na vitória sobre o Atlético-MG, quinta-feira passada, ele também errou.




VITÓRIA 1 X 2 FLUMINENSE

Viáfara (Lee), Eduardo, Wallace, Thiago Martinelli e Egídio; Vanderson (Ramon), Ricardo Conceição, Bida e Elkeson; Henrique (Kleber Pereira) e Schwenck.
Técnico: Ricardo Silva.

Rafael, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos (Julio Cesar); Diogo, Fernando Bob, Deco (Valencia) e Conca; Rodriguinho (Marquinho) e Washington.
Técnico: Muricy Ramalho.

Gols: Conca, aos 12, Henrique, aos 17, e Rodriguinho, aos 18 do segundo tempo.

Cartões amarelos: Bida, Wallace, Ricardo Conceição e Elkson (Vitória); Carlinhos e Deco (Fluminense).

Estádio: Barradão, em Salvador. Data: 26/09/2010.

Arbitragem: Francisco Nascimento (AL).
Auxiliares: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e José Jaime Rocha Bispo (AL).
Público: 11.187
Renda: R$ 348.030,00

Hoje, é o dia pra embalar de vez.


Goleando no ultimo jogo, contra o Atlético-MG, por 5 x 1 depois de três jogos seguidos sem vencer, o time voltou a jogar bem mesmo com 4 desfalques, e 3 desses já estão em fase final de tratamento que são Fred, Emerson Sheik e Diguinho(que era para ter voltado no inicio desse mês. Teremos um jogo truncado pois o vitória é um dos times que menos dá espaço, mesmo depois de trocas de tecnicos o time continua Forte. O Vitória está embalado no Brasileirão com 5 jogos sem perder. O jogo será hoje às 16:00 no Barradão, com transmissão ao vivo da Globo.

O que pode dar esse jogo.

Fluminense: Com 45 pontos, o fluzão está à 2 pontos do corinthians, que tem um jogo à menos, se o Flu vencer o Vitória e o corinthians perder para o Inter o Flu é lider pela rodada e fica à espera do jogo do corinthians contra o Vasco.

Vitória: Com 31 pontos, o Vitória é o 11º lugar e está ficando cada vez mais longe da zona de rebaixamento,está à 6 pontos do Avaí que é o 17º colocado.

Escalações.

Fluminense: quando ao Flu está bem, o técnico não pode atrapalhar. Muricy Ramalho pensa desta forma e vai repetir a formação que derrotou o Galo. No último treino antes da viagem à capital baiana, Conca foi poupado e fez tratamento para se livrar das dores na sola do pé direito. No entanto, não será problema. A escalação: Rafael, Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Fernando Bob, Deco e Conca; Rodriguinho e Washington.

Vitória: Ricardo Silva tem de volta neste domingo o goleiro Viáfara e o zagueiro Anderson Martins, que não enfrentaram o Avaí por estarem suspensos. O volante Uelliton, após um longo período de lesão muscular, voltou a ser relacionado. A principal dúvida está no ataque. Com Júnior suspenso, Kleber Pereira e Schwenck disputam a vaga ao lado de Henrique. A escalação: Viáfara, Eduardo, Wallace, Anderson Martins e Egídio; Vanderson, Ricardo Conceição, Elkeson e Ramon; Henrique e Schwenck (Kleber Pereira).

Desfalques:

Fluminense: a lista de desfaques do Flu é extensa. Estão machucados: o goleiro Fernando Henrique, o zagueiro Digão, o volante Diguinho e os atacantes Fred e Emerson. Vitória: suspenso pelo terceiro cartão amarelo, Júnior, que é a referência do ataque rubro-negro, não joga.

Pendurados:

Fluminense: Leandro Euzébio, André Luis, Mariano, Carlinhos, Diogo e Marquinho.
Vitória: Thiago Martinelli, Eduardo, Jonas, Uelliton, Thiago Humberto, Ramon e Schwenck.

Craques do Jogo:

Fluminense: convocado pela primeira vez para defender a Seleção Brasileira, o lateral-direito Mariano está empolgado com a boa fase e tem sido um dos destaques da campanha tricolor.











Vitória: na ausência de Júnior, a principal peça do ataque rubro-negro é jovem Henrique. O atacante encaixou muito bem no setor ofensivo do Leão, marcando três gols em oito jogos. Junto com Ramon, Elkeson e Junior, ele forma o quarteto ofensivo do Vitória.








Números:

* O Vitória não vence o Fluminense há sete anos (ou oito jogos). O último triunfo da equipe baiana no confronto ocorreu em junho de 2003: 2 a 1, no Barradão. * Vitória e Flu se enfrentaram 15 vezes em Salvador na história do Brasileirão. O duelo é marcado pelo equilíbrio. Cada equipe venceu quatro vezes e foram sete empates. * Em Salvador, o Fluminense marcou 20 gols, contra 19 do Rubro-Negro.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Possíveis Reforços.


Victor Hugo meio campo do Santa Cruz, que tem muita velocidade e habilidade, pode pintar ai em um dos clubes do sul pois após a eliminação precoce do Santa Cruz na Série D ficou mais facil a sua Transferência, mas com o coração tricolor ele fica muito pressionado em trocar o clube do coração precoce, tomando o Exemplo de Neymar.


O meia Sávio muito conhecido por suas passagens em clubes grandes da europa como Real Madrid e com isso pode ser a opção de muitos clubes que estão a procura de um meia de armação.


Como o volante também muito conhecido, Maldonado ainda não completou 7 jogos com a camisa do flamengo na competição ele pode se transferir para outro clube que tenha a necessidade de um volande de contenção.


O meia Edu, de Muita qualidade de Drible e de Chute não fez\ 7 jogos pelo Inter no campeonato e também desde a sua chegada foi pouco aproveitado no Inter, pode ter a chance de atuar em outro clube.


Se algum clube ainda não achou um camisa 1 fixo, esse tem muitas chances de chegar ao seu clube, pois o Aranha tem muita qualidade de Reflexo e de Defesas Difíceis.


Moacir é um lateral direito de muita velocidade e que te um poder de ofensividade grande, más com pouca qualidade de ser defensivo tem mais chances de atuar em clubes que joguem num esquema com alas.


O Zagueiro Bruno tem muita qualidade no Desarme e com isso se torna semelhante ao Durval , tornando impossível sua entrada no time do santos, pois Durval é o Xerife da Zaga do Santos.


Com poucas chances no Botafogo e só chegando ao Banco Túlio um volante de Muita qualidade de jogar como cabeça de Área pode jogar com facilidade em clubes não tão expressivos como Atlético-GO e com a Presença do Cabeça de Área Leandro Guerreiro se torna difícil sua atuação no time do Botafogo.

O volante de Ótima qualidade Léo é muito cotado para jogar em clubes grandes como Botafogo e Grêmio, mas sem o aval do Presidente do Santa Cruz, Fernando Bezerra Coelho que garantiu que o jogador se transferisse para o Botafogo, e depois ter se arrependido de pensar em trocar o Santa Cruz pelo Botafogo, o volante Léo demonstrou o seu amor e hoje é considerado pela torcida que mais coloca público no estádio o Melhor Jogador Atuando do Nordeste.

Liga dos Campeões.


Barça começa com Tudo

Com a mesma equipe que se sagrou campeã espanhola da última temporada - a única exceção era a entrada de David Villa na vaga de Ibrahimovic (emprestado ao Milan) -, o Barcelona entrou disposto a apagar a má impressão deixada na derrota para o Hercules no último sábado.
Logo aos dois minutos, Messi cruzou da esquerda para Villa, de cabeça, obrigar o goleiro Tzorvas a trabalhar. Aos cinco, o arqueiro grego operou um milagre. Após lindo passe de Iniesta, Xavi, na cara do gol, chutou de chapa para a intervenção precisa de Tzorvas.

O clube catalão seguiu com o total controle da partida, enquanto o Panathinaikos, que contava com o pentacampeão Gilberto Silva como capitão, se limitava a defender. Até mesmo o atacante Cissé dava combate.
Gregos marcam, mas Messi responde
No entanto, quando parecia que iria fazer o gol a qualquer momento, o Barça acabou levando um susto. Tzorvas deu um chutão para frente, Cissé ajeitou de calcanhar para Govou. O meia-atacante francês achou uma brecha entre Piqué - que atuou com uma faixa na cabeça devido a um corte na cabeça - e Abidal e, na saída de Valdes, tocou para o fundo das redes aos 20 minutos.
A vantagem grega no marcador durou pouco. Dois minutos depois, Xavi deu lançamento primoroso para Messi que, com um leve toque, encobriu o goleiro adversário e igualou tudo no Camp Nou.

‘Villarada’ e tabelinha magistral
Maior contratação do Barça para a temporada, David Villa, comprado por 40 milhões de euros junto ao Valencia, marcou o gol de virada aos 33. Após escanteio cobrado por Xavi, Busquets desviou de cabeça e o atacante, sozinho na pequena área, mostrou o velho faro de artilheiro.
Aos 42, Messi carimbou a trave após receber passe de Xavi. Após mais um susto, o Panathinaikos já se dava por satisfeito por conseguir ir para o intervalo perdendo por apenas um gol de diferença. No entanto, esqueceram de avisar isso aos espanhóis. Após uma tabelinha magistral com Villa e Pedro, Messi bateu de chapa no canto esquerdo de Tzorvas e fez 3 a 1 para o Barcelona aos 45.


No segundo tempo, o Panathinaikos procurou agredir mais o adversário já que, na primeira etapa, praticamente assistiu - o Barça teve 75% de posse de bola.
A tentativa de nada adiantou. Aos nove, Messi tabelou com Villa e foi derrubado por Kanté na área. Pênalti. Na cobrança, o argentino esqueceu a genialidade que lhe é peculiar e praticamente atrasou para Tzorvas agarrar com tranquilidade.
O gol perdido não abalou os catalães, que seguiram desperdiçando oportunidades, algumas delas, por excesso de preciosismo. Por conta disso, aos 23, o técnico Pep Guardiola sacou Villa e colocou o jovem Bojan.
A substituição surtiu efeito aos 32 minutos. Bojan colocou Messi na cara do gol, entretanto, o argentino acabou chutando na trave. No rebote, Pedro, bem posicionado, anotou o quarto gol do Barça. Nos minutos finais, os anfitriões seguiram ditando o ritmo em busca de um placar mais elástico que chegou nos acréscimos. Aos 47, Messi achou Daniel Alves que, de cobertura, fez 5 a 1 e aumentou a festa dos quase 100 mil torcedores culés que foram ao Camp Nou.

Confira a primeira rodada completa:
Terça-feira

Twente 2 x 2 Inter de Milão
Werder Bremen 2 x 2 Tottenham
Lyon 1 x 0 Schalke
Benfica 2 x 0 Hapoel Tel-Aviv
Manchester United 0 x 0 Rangers
Bursaspor 0 x 4 Valencia
Barcelona 5 x 1 Panathinaikos
Copenhague 1 x 0 Rubin Kazan
Quarta-feira
Bayern de Munique x Roma
Cluj x Basel
Zilina x Chelsea
Olypimque de Marselha x Spartak Moscou
Milan x Auxerre
Real Madrid x Ajax
Arsenal x Braga
Shakhtar Donetsk x Partizan